A VIDA É BELA – PARTE 1 (PERFUME)
A VIDA É BELA – PARTE 1 (PERFUME)
Pedindo data vênia aos queridos leitores, solicito repartir a crônica de Flamengo x Corinthians em diversos textículos.
Quem sabe se a Netflix não se interessa?
A verdade é que o pré-jogo começou com um belíssimo show do cantor Belo no gramado do Maracanã.
Por alguns instantes, temi que novo 0 x 0 proporcionasse ao ex-marido da Gracyanne Barbosa, que inebriou interpretando “Perfume”, o prêmio de melhor em campo.
Só que, quando recebi a escalação do Corinthians...
tive uma sensação parecida, ao contrário, de quando soube que o Bernard substituiria o Neymar contra a Alemanha.
Existe uma Mãe Dinah, dentro de mim, que entende de futebol.
Aliás, essa Mãe Dinah também tem frequentado a cabeça do Filipe Luís.
O time paulista, com Romero, Memphis Depay e Yuri Alberto, abriu mão da agressividade na sua primeira linha defensiva.
Como o Coronado também não realiza dobras defensivas...
e o Matheuzinho não tem futebol para anular o Cebolinha no mano a mano...
tudo indicava que um meio de campo com 4 tenores (Pulgar, Nico, Gérson e Arrasca), num domingo delicioso, com gramado bom...
num jogo isolado transmitido ao vivo para o mundo inteiro...
teria uma atuação nível Globetrotter.
A escalação do Pedro no onze titular teve requintes de crueldade.
Um pivô dessa categoria potencializaria a mágica dos seus amiguinhos.
Aliás, não foi à toa que o Filipe disse, na coletiva pós jogo, que os torcedores, ou distorcedores, que se balizam nos youtubers da vida, deveriam confiar mais em quem sabe o que está fazendo.
Jogador não desaprende a jogar.
Tempo e carinho sempre serão ferramentas de recuperação.
O Ayrton Lucas, por exemplo, teve momentos gloriosos com o Vitor Pereira... quando tinha corredor aberto para atuar.
No Filipismo, atuando com pontas esquerdas abertos, e vindo de séria lesão, demorou a se recuperar... mas é, sem nenhuma dúvida, jogador de seleção.
Por falar em quem poderia jogar com a camisa 10, o Rossi é um dos melhores goleiros da história do Flamengo.
Ele só faz defesas fáceis.
Com os pés, tudo também é fácil.
Ele faz parecer que é simples ser goleiro.
Fácil mesmo, é torcer por ele.
A única coisa que não é fácil é escrever essa crônica sintetizada.
Vou parar por aqui... sem cenas do próximo capítulo.
Se vocês gostam de acompanhar “Vale Tudo”...
será muito mais agradável, nessa semana, seguir essa “A Vida é Bela”.

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