CARABOBO
CARABOBO
Numa semana em que a Libertadores demonstrou que ainda existe Carabobo no futebol...
O melhor do futebol brasileiro voltou a sofrer com o melhor do futebol argentino.
A verdade é que foi impressionante o vigor físico e o comprometimento tático defensivo do Central Córdoba, que não é de Córdoba.
O Fluminense, do Mano, quando colocou o Canobbio para correr atrás do Wesley e do Bruno Henrique, já tinha sinalizado a tragédia.
O Flamengo, ontem, foi interceptado umas 20 vezes em todos os setores do campo, acho.
Longe de ser retranca, muito pelo contrário. As linhas argentinas eram altas.
Os meias acompanhavam nossos tenores volantes. Os atacantes marcavam nossos zagueiros. Os volantes portenhos seguiam as infiltrações dos nossos craques camisas dez.
As dobras defensivas aconteciam nas regiões laterais do gramado.
O brasileiro não gosta disso.
O massacre da Seleção Argentina derrubou o Dorival.
O Wesley não combina com dançar tango.
Num jogo em que sofremos um gol bobo, de uma mão boba, apitada por um juiz bobo que ignorou um pé alto do adversário no lance...
e tomamos outro gol de bola parada em que cometemos uma falta boba num lance bobo em que o adversário estava de costas para o ataque.
Além disso, o BH foi bobo em cair num toque fora da área, quando sofreria pênalti se desse um papo a mais. É muita bobeira junta!
O Filipismo foi bobo em acreditar que amontoar atacantes daria organização ofensiva ao time.
Aliás, já era tempo de Pedro?
Será que o Cebola, ou o Michael, ampliando a zona de ataque, não daria mais estrutura tática ofensiva?
Sei lá...
Penso que o Filipe deu uma cansada de atacantes que desperdiçam situações claras de gol.
Só sei que foi uma derrota boba de um time que terminará essa fase em primeiro lugar no grupo. Mãe Dinah, que não é boba, garantiu.
Vamos jogar com autoridade em qualquer lugar, ou altitude, do continente.
Ontem foi a primeira derrota real do Filipismo.
Doído... apesar de que a bola na trave do último segundo teria evitado isso.
Os haters influencers têm que se acalmar.
A dosagem de carga em fases preliminares continuará a acontecer. Independente do rótulo da competição.
E o Flamengo descobrirá que não existem equipes invencíveis.
Sempre que se enfrentar equipes com características inéditas... o risco será grande.
Independente do time titular escalado.

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