JOSHUA


O Prime Vídeo abriu a transmissão de ontem enfatizando que o Botafogo-PB, adversário do Flamengo, é popularmente conhecido como Belo.

Sei lá. Entendi que esse serviço de streaming estava forçando a barra para um quarto capítulo do sucesso estrondoso da minissérie “A Vida é Bela”.

Como, ao pesquisar a playlist do cantor Belo, encontrei o hit “Noites Traiçoeiras”, concluí  que era melhor deixar essa ideia pra lá.

Só sei que, numa noite traiçoeira, quando o experiente comando da equipe adversária abusou da estratégia da grama fofa, o Filipe avançou os volantes, inverteu os pontas, soltou o que tinha que soltar, e rezou por um gol salvador.

Vocês sabiam que Joshua, em português significa “Salvação”?

A verdade é que o Juninho Órgão Genital Feminino, que vai muito alto, deu mais uma linda cabeçada que só não entrou porque o goleiro adversário resolveu nos salvar de ouvir o Rômulo Mendonça narrar um gol abusando do esquisito apelido,

O fato é que os Michaels, ontem, estavam decididos a garantir mais um zero a zero.

Mudando de assunto, escrevo aqui, dia sim, outro dia também, minha conversão ao Filipismo...

Mas o que ele anda pensando que é uma coletiva de imprensa?

Vai uma dica. Esse momento é parecido com uma batalha no Vietnã. Um bate-papo na presença de alguns youtubers ávidos por crises.

Não foi legal criticar, publicamente, a logística rubro-negra. Microfone não tem essa função social.

Até porque o Flamengo tem os melhores gerentes de logística, que está longe de ser uma ciência exata.

Voltando aos gramados e lembrando que o DNA rubro-negro não combina com zero a zero, nem mesmo na véspera de enfrentar o Ex, na casa nova dele, e de uma decisão na Liberta...

Ficou claro que precisamos incluir no repertório, urgentemente, gols através de chutes de fora.

Pouca gente percebeu que o Carille, recentemente, prendeu os laterais do Vasco dentro da própria área, colocou os volantes para congestionar as laterais e recuou os meias, jogando como time da Série C, lutando por apenas por um placar em branco.

Ontem, o Zago estacionou um ônibus na frente do seu próprio gol. Os passes verticalizados estavam interditados. O Ceifador atuou no primeiro terço do seu próprio campo.

Os melhores lances vieram de roubadas de bola.

Sei lá!

Teve momentos que torci para entregarmos a bola. Com isso, viria o bote e a recuperação. Com isso, surgiria algum espaço para um ataque promissor.

O hilário Rômulo Mendonça chegou a frisar que estava narrando um jogo de golfe. Disse ao seu repórter que era capaz do Flamengo ficar meia hora trocando passes. A sensação é que tínhamos 90% inoperantes de posse de bola.

Vou encerrar essa crônica salvadora citando o Gilmar Ferreira, que é diferenciado no Redação Sportv.

Ele conhece profundamente a história do nosso futebol e cravou que craques como Zico e cia também sofreram muito com grandes retrancas. Afirmou que desde sempre foram necessárias jogadas de ataque que ampliassem a rotação da bola e intensificassem a movimentação dos jogadores sem bola. Só que tudo isso só se resolveria se houvesse chutes de longe que acertassem a meta adversária.


 

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